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SEO e GEO respondem a comportamentos diferentes do mesmo utilizador. SEO é relevante quando o utilizador pesquisa e clica em links: otimizas para rankear na primeira página. GEO (Generative Engine Optimization) é relevante quando o utilizador recebe uma resposta direta da IA e não clica em nada: otimizas para seres mencionado, bem descrito e citado como fonte nessa resposta. A diferença prática: quando alguém pede uma recomendação ao ChatGPT, não vê os teus anúncios nem o teu ranking. Vê o que a IA aprendeu sobre a tua marca. Se não estás a monitorizar, não tens forma de saber o que isso é, nem de o mudar.

Lado a lado

O que não muda

Sê honesto com o teu orçamento: GEO não substitui SEO. Pesquisas transacionais e locais continuam a viver de cliques. E parte do que alimenta os motores de IA (os AI Overviews em particular) vem do índice do Google, por isso um site tecnicamente saudável ajuda nos dois tabuleiros. O que muda é a distribuição do esforço. Se os prompts da tua categoria já recebem respostas diretas de IA, cada semana sem monitorização é uma semana em que a narrativa sobre a tua marca é escrita por terceiros.

Como a Semantika cobre os dois

  • GEO: 8 motores generativos monitorizados, com métricas por run: menções, citações, sentimento e share of voice.
  • SERP: Google Search e Brave Search monitorizados nos mesmos prompts, com SERP tracking integrado. Não precisas de uma segunda ferramenta para acompanhar a pesquisa tradicional.
Vês os dois lados no mesmo dashboard, com os mesmos prompts, e é aí que aparecem os padrões úteis: rankear em #3 no Google e estar ausente do ChatGPT é um problema de GEO, não de conteúdo.